sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

SUGESTÕES DE BIBLIOGRAFIA NA ÁREA DE PSICOPEDAGOGIA

SUGESTÃO DE BIBLIOGRAFIA NA ÁREA DE PSICOPEDAGOGIA

FONTE: ABPp ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA

--------------------------------------------------------------------------------

O documento que segue foi elaborado pela ABPp, com vias a organizar
informações e conhecimentos produzidos na área da Psicopedagogia, como um guia norteador de caráter abrangente, mas nunca como referência única a respeito do assunto. Também não deve ser considerado como fonte obrigatória de referência, uma vez que pode deixar de contemplar outras tendências e trabalhos significativos da área.
Segue uma ementa, conteúdos e bibliografia que servem como base para a
compreensão sobre o que versa a Psicopedagogia como área de conhecimento e de prática voltada para os processos de aprendizagem e as dificuldades deles decorrentes.


EMENTA:

A Psicopedagogia é uma área de conhecimento e pesquisa na atuação interdisciplinar, voltada para os processos de ensino-aprendizagem, que integra o diagnóstico e a intervenção em situações que envolvam esses processos no plano individual, grupal e institucional. Considera a análise do contexto em que se desenvolve o processo de aprendizagem; a leitura dos problemas que emergem da e na interação social voltada para o sujeito que aprende; busca compreender os fatores que intervêm nos problemas, discriminando o particular e o geral, o específico e o universal, na busca de alternativas de ação para uma mudança significativa nas posturas frente ao ensinar e ao aprender. Organiza-se como área teórico-metodológica própria, a partir de várias áreas do conhecimento da Educação e da Saúde naquilo que se aplica à compreensão dos processos, analisando-os e respeitando o Código de Ética da Psicopedagogia, garantindo uma postura socialmente comprometida com a realidade brasileira.

CONTEÚDOS:

1. Especificidade e Conceituação da Psicopedagogia:

1.1. Psicopedagogia como área de atuação, de conhecimento e de pesquisa.
1.2. Objeto de estudo e âmbito de atuação da Psicopedagogia.
1.3. Bases teóricas e organização interdisciplinar.
1.4. Fundamentos da prática: diferentes abordagens, diferentes estilos do ensinar e do aprender.
1.5. Ética do trabalho psicopedagógico.

2. Psicopedagogia e Áreas do Conhecimento:

2.1. Desenvolvimento cognitivo e processos de pensamento lógico-matemático.
2.2. Desenvolvimento emocional e afetivo e implicações na aprendizagem.
2.3. Desenvolvimento da linguagem e aquisição da leitura e da escrita.
2.4. Desenvolvimento psicomotor e implicações na aprendizagem.
2.5. Aprendizagem: diferentes conceitos e suas articulações com Áreas da Educação e da Saúde.
2.6. A Etiologia dos problemas de Aprendizagem.

3. Psicopedagogia e Contextos de Aprendizagem:

3.1. Psicopedagogia e contexto familiar; estudos sobre família e educação; modalidades de aprendizagem na família; família e problemas de aprendizagem.
3.2. Educação e Aprendizagem; política educacional e sistemas de ensino; legislação educacional; inclusão; cultura, sociedade e ideologia; pensamento contemporâneo.
3.3. Psicopedagogia e contexto institucional educacional; relações de poder e saber na escola; dinâmica institucional e estilos de ensinar.
3.4. Psicopedagogia em outros contextos: nas empresas e nos hospitais.
3.5. A Clínica Psicopedagógica como contexto de aprendizagem.

4. Diagnóstico e Intervenção Psicopedagógica:

4.1. Fundamentos do diagnóstico psicopedagógico nos vários contextos.
4.2. Fundamentos da intervenção psicopedagógica nos vários contextos.
4.3. Instrumentos de avaliação: da linguagem (escrita, oral, simbólica); dos processos lógico-matemáticos; do desenvolvimento psicomotor; do desenvolvimento afetivo, cognitivo e emocional em seu vínculo com o aprender.
4.4. Avaliação dos aspectos dinâmicos e psicossociais de grupos e instituições em seus vínculos com o aprender.
4.5. Integração entre diagnóstico e intervenção.

5. Pesquisa em Psicopedagogia:

5.1. Metodologia da pesquisa em Psicopedagogia.
5.2. Projetos de pesquisa e projetos de prestação de serviço.
5.3. Pesquisa para o desenvolvimento de recursos e instrumentos próprios de trabalho.



BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

- Especificidade e Conceituação da Psicopedagogia:

BOSSA, Nádia Ap. A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
CÓDIGO DE ÉTICA da ABPp. Conselho Nacional do Biênio 91/92, revisão Biênio 95/96, São Paulo, julho de 1996.
MASINI, Elcie F. S. O Ato de Aprender. I Ciclo de Estudos de Psicopedagogia Mackenzie. São Paulo, Ed.Mackenzie/Memnon, 1999.
____________. Aprendizagem Totalizante. São Paulo: Memnon/Mackenzie, 1999.
MASINI, Elcie F. S. (Org.) Psicopedagogia na Escola – buscando condições para a aprendizagem significativa. São Paulo: Unimarco/Loyola, 1993.
MASINI, E. F. S. e SHIRAHIGE, E. E. (Orgs.) Condições para Aprender: III Ciclo de Estudos de Psicopedagogia Mackenzie. São Paulo: Vetor Editora, 2003.
MENDES, Monica H. Psicopedagogia: uma identidade em construção. São Paulo, Universidade São Marcos, 1998. (Dissertação de Mestrado em Psicologia).
NOFFS, Neide A; FABRÍCO, Nívea de C.; SOUZA, Vânia de C. B. A Psicopedagogia em direção ao espaço transdisciplinar. São Paulo: Frôntis Editorial, 2000.
RUBINSTEIN, Edith (Org.). Psicopedagogia uma prática, diferentes estilos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.
RUBINSTEIN,Edith. O estilo de aprendizagem e a queixa escolar: entre o saber e o conhecer. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
SARGO, Claudete et alli (Org.). A Práxis Psicopedagógica Brasileira. São Paulo: ABPp, 1994.
SCOZ, Beatriz J. L. et alli (Org.). Psicopedagogia: o caráter interdisciplinar na formação e atuação profissional. 1a reimpressão. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
_____________. Psicopedagogia: contextualização, formação e atuação profissional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
SILVA, Maria Cecília A . Psicopedagogia: em busca de uma fundamentação teórica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

- Psicopedagogia e Áreas do Conhecimento:

ANDRADE, Maria Lúcia de Araújo. Distúrbios Psicomotores: uma visão crítica. São Paulo: EPU, 1984.
AJURIAGUERRA, J., Manual de Psiquiatria Infantil. Atheneu Editora , 1991.
BARRY, J. Wadsworth. Inteligência e Afetividade da Criança na Teoria de Piaget. São Paulo: Pioneira, 1993.
COLL, César e outros (Orgs). Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação (Vol. 2). Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
CONDEMARIN, M. . Oficina da Linguagem. São Paulo: Editora Moderna, 1995.
-------------------------- . Escrita Formal e Criativa. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
COSTA, Maria Luiza A . da . Piaget e a Intervenção Psicopedagógica. São Paulo: Olho D’Água, 1997.
DE LA TAILLE, Yves e outros . Teorias Psicogenéticas em Discussão: Piaget, Vygotsky e Wallon. São Paulo: Summus Editorial, 1992.
DE LA TAILLE. Limites: três dimensões educacionais. São Paulo: Editora Ática,2001.
FONSECA, Vitor . Educação Especial: Programa de Estimulação Precoce – Uma Introdução às idéias de Feuerstein. São Paulo: Artes Médicas, 1995.
GARDNER, Howard, Estruturas da Mente- A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas,1994.
GOLDSTEIN, Sam, Goldstein, M. . Hiperatividade Como desenvolver a capacidade de atenção da criança. São Paulo: Papirus Editora, 1994.
GOULART, Iris B. (Org.). A Educação na Perspectiva Construtivista: reflexões de uma equipe interdisciplinar. Petrópolis, R. J.: Vozes, 1998.
Lanhes, MARIA E., Nico, M., A.. Nem Sempre é o que parece: como enfrentar a dislexia e os fracassos escolares. São Paulo: Editora Alegro, 2002.
MACEDO, Lino de . Ensaios Construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
MONTOYA, Adrian O. D. Piaget e a Criança Favelada: epistemologia genética, diagnóstico e soluções. Petrópolis, R. J.:Vozes, 1996.
PIAGET, Jean .Problemas de Epistemologia Genética. (tradução de Célia E. A . Di Piero). In: Piaget/Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978,, p. 211-271.
____________. A Construção do Real na Criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
PIAGET, Jean e INHELDER, Bärbel . A Psicologia da Criança. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1968.
SANTOS, M., T., M., ( org.) .Distúrbios de Leitura e Escrita – Teoria e Prática. São Paulo: Manole, 2002
SISTO, Firmino F. et alli (Org). Atuação Psicopedagógica e Aprendizagem Escolar. Petrópolis, R. J.: Ed. Vozes, 1996.
TOPCZEWSKI, Abram. Hiperatividade como lidar? São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.
VYGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998..
____________. A Construção do Pensamento e da Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
WEISZ, Telma . O Diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999.

- Psicopedagogia e Contextos de Aprendizagem:

BARBOSA, Laura M. S. A Psicopedagogia no Âmbito da Instituição Escolar. Curitiba: Ed. Expoente, 2001.
BRASIL (MEC). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº9394/96, Brasília, !996.
_____________. Parâmetros Curriculares Nacionais, Introdução de 1ª a 4ª e de 5ª a 8ª séries, Brasília, 1998.
BUTELMAN, Ida (Org.) Pensando as Instituições: teorias e práticas em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
FAGALI, Eloisa Q. (Org.). Múltiplas Faces do Aprender – Novos Paradigmas da Modernidade. São Paulo: Editoras Unidas, 2001.
FERREIRO, Emilia. Reflexões Sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez Editora, 1986.
GASPARIAN, Maria Cecília. A Psicopedagogia Institucional Sistêmica. São Paulo: Lemos, 1997.
MERIEU, F. A Pedagogia entre o dizer e o fazer. Porto Alegre: Armed, 2002
MRECH,L. Psicanálise e Educação: Novos Operadores de Leitura. São Paulo: Pioneira, 1999
NOFFS, Neide A. Psicopedagogo na Rede de Ensino. A trajetória institucional de seus atores-autores. São Paulo: Elevação, 2003.
RALLO, Rose, M, P. A magia dos jogos na alfabetização. Porto Alegre, Kuarup, 1996
PERRENOUD, Philippe. A Pedagogia na Escola das Diferenças. Porto Alegre: Artmed Editora,2001.
------------------------------- Pedagogia Diferenciada – das intenções à ação. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.
------------------------------- Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed Editora,2000.
SCOZ, Beatriz J. L. Psicopedagogia e Realidade Escolar. 9ª ed., Petrópolis, R.J.,:Vozes, 2001.
________________. (Por) Uma Educação com Alma. 2ª ed., Petrópolis, R.J.,:Vozes, 2001.
SCOZ, B. J. L.; FELDMAN, C.; GASPARIAN, M. C. C. e outras (Orgs.). Psicopedagogia: um portal para a inserção social. Petrópolis, R J.,:Vozes/São Paulo, ABPp, 2003.
SCOZ, B. J. L.; FELDMAN, C.; GASPARIAN, M. C. C. e outras (Orgs.). Psicopedagogia: contribuições para a educação moderna. . Petrópolis, R J.,:Vozes/São Paulo, ABPp, 2004.
SENGE, Peter. Escolas que Aprendem: um guia da Quinta Disciplina para educadores, pais e todos que se interessam por educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005.

- Diagnóstico e Intervenção Psicopedagógica:

ALESSANDRINI, Cristina D.. Tramas criadoras na construção do ser si mesmo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.
_______________. Oficina Criativa e Psicopedagogia São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
ASSIS, Orly Z. M. de . Provas para Diagnóstico do Conhecimento Operatório. Projeto Formação de Recursos Humanos para a Educação Pré-escolar – PROEPRE. Campinas, S. P.: Unicamp, 1983.
BARONE, Leda M. C. E Ler o Desejo ao Desejo de Ler. Uma leitura do olhar psicopedagógico. Petrópolis, R. J.,: Vozes, 1993.
BOSSA, Nádia Ap. Fracasso Escolar: um olhar psicopedagógico. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
FERNÁNDEZ, Alicia. A Inteligência Aprisionada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
____________. O Saber em Jogo. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
GILLIG, J.M O conto na psicopedagogia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999
MONEREO, Carles e SOLÉ, Isabel (e Col.). O Assessoramento Psicopedagógico – uma perspectiva profissional e construtivista. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
MAJOR, SUZANNE, Crianças com dificuldades de aprendizado: Jogos e Atividades. (trad. Ebe Aparecida Affonso Santos). São Paulo: Manole , 1990.
OLIVEIRA, Vera B. e BOSSA, Nádia A Avaliação Psicopedagógica da Criança de Zero a Seis Anos. 2ª ed., Petrópolis: Vozes, 1994.
_____________. Avaliação Psicopedagógica da Criança de Sete a Onze Anos. 5ª ed., Petrópolis: Vozes, 1996.
_____________. Avaliação Psicopedagógica do Adolescente. Petrópolis: Vozes, 1998.
PAIN,Sara. Diagnóstico e Tratamento dos Problemas de Aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
___________. Subjetividade e Objetividade. São Paulo: CEVEC, 1996.
___________. A Função da Ignorância. (Trad. Maria Elísia Villiatti Flores) Ed. ver. e atual. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
PARENTE, S. Encontros com Sara Pain. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000
SILVER, Rawley:/Padronização brasileira: Cristina Dias Alessandrini, José Luciano M. Duarte, Margarida A . Dupas, Marisa Pires F. Bianco. SDT – Teste do Desenho de Silver: cognição e emoção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996.
VISCA, Jorge. Tecnicas Proyectivas . 3ª ed. Buenos Aires, 1997.
WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica. 2ª ed. ver. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

- Pesquisa em Psicopedagogia:

CADERNOS DE PSICOPEDAGOGIA, da editora Memnon. (4 números publicados).
COLEÇÃO TEMAS DE PSICOPEDAGOGIA, da Editora Memnon. (7 volumes).
CONSTRUÇÃO PSICOPEDAGÓGICA. Departamento de Psicopedagogia do Instituto Sedes Sapientiae, São Paulo.
REVISTA PSICOPEDAGOGIA. Órgão Oficial de Divulgação da Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPp, São Paulo. (indexada no Lilacs).
SCOZ, Beatriz J. L. et alli (Org.) . Psicopedagogia: avanços teóricos e práticos – escola, família, aprendizagem. I CONGRESSO LATINO AMERICANO DE PSICOPEDAGOGIA, IX ENCONTRO BRASILEIRO DE PSICOPEDAGOGOS. São Paulo, Vetor, 2000.
ANAIS DO VI SIMPÓSIO DE DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM., julho de 2002, Futuro Congressos e Eventos, São Paulo.

Psicopedagogia Empresarial

Blau, Regina Maria Romeu. Ressignificando uma prática diagnóstico-intervenção no contexto empresarial. Re-leitura sob o enfoque psicopedagógico. Monografia em Psicopedagogia .PUC. 2003 (*)
Byington, C.A Pedagogia Simbólica: a construção amorosa do conhecimento de ser. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1996.
Damasi Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ódio na sociedade pós-industrial.Edit José Olympio R.J. 1999
De Paula Bom Sucesso,E.(org) Relações interpessoais e qualidade de vida no trabalho.Qualitymark. R. J. 2002
Fagali, E. Q.Estudos e pesquisas. Cadernos Integração. (*).
Fagali E. Q Del Rio de Vale. Psicopedagogia Institucional aplicada a sala de aula Vozes 1980
....................... Mùltiplas faces do aprender. Unidas. 2001
Franco, Simon. Criando o proprio futuro: o mercado de trabalho na era da competitividade total. Atica S. P. 1997
Glina D. M.R (org). Saúde mental no trabalho: desafios e soluções.Editora VK S.P. 2000
Harman, W., Hormann,J. O trabalho criativo; o papel construtivo dos negócios numa sociedade em transformação. Cultrix. S. P.2005 (*)
Hillman, J. Tipos de poder: um guia para o uso inteligente do poder nos negócios. São Paulo: Cultura Editores Associados: Axis Mundi, 2001.(*)
Jung C.G. O homem e seus símbolos. Guanabara.
Mariotti,H. Organizações de aprendizagem. Atlas.(*)
Morin E. Método 3, o conhecimento do conhecimento. Sulinas. P.A. 2000
Morin, Edgar. Os sete saberes necessários para a educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF
UNEESCO, 2001
Pereira, M. J. L. B.P.. Na Cova dos Leões – O Consultor como Facilitador do Processo Decisório Empresarial. São Paulo: Makron Books, 1999.(*)
Laszlo, E. Macrotransição: o desafio para o terceiro milênio.AXIS mUNDIs.p. 2001
Pereira , Silva Brinton. O complexo do bode expiatório Cultrix.
Petraglia, izabel cristina. olhar sobre o olhar que olha: complexidade, holística e educação. rio de janeiro: Vozes.2001.
Quiroga A. P. Enfoque e perspectiva em Psicologia social Edições cinco.
Rivière, Pichon, O processo grupal. Martins Fontes. S.P. 1988
Vega,AlfredoPena, Almeida,C, Petraglia, I. Edgar Morin: ética, cultura e educação. Cortez Editora. S. Paulo2001 (*)
Zacharias, J.J. M. Tipos psicológicos Junguianos e escolha profissinal. S.P. Vetor 1995

PSICOPEDAGOGIA HOSPITALAR
MATOS, Elizete Lúcia Moreira e MUGGIATI Margarida M. Teixeira de Freitas PEDAGOGIA HOSPITALAR, Ed. Champagnat, Curitiba, 2001. AJURIAGUERRA e MARCELLI - PSICOPATOLOGIA INFANTIL - Artes Médicas Porto Alegre 1990 .BUSETTI, Gemma Rocco et. al. SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA, Ed. Fundação Petrópolis série Temas Transversais - vol. 3, São Paulo 1998.

CAMPOS, Teresinha Calil Padis, PSICOLOGIA HOSPITALAR: a atuação do psicólogo em hospitais - EPU São Paulo, 1995 DETHLEFSEN, T e DAHLKE Rudiger A DOENÇA COMO CAMINHO - Ed. Cultrix São Paulo 1983. DOLTO, Françoise PSICANÁLISE E PEDIATRIA, Ed. Guanabara Koogan SA Rio de Janeiro. FREIRE, João Batista, DE CORPO E ALMA - O DISCURSO DA MOTRICIDADE - Summus Editorial

O LÚDICO NA PSICOPEDAGOGIA

BRENELLI, R. P. (2001) - Espaço lúdico e diagnóstico em dificuldades de aprendizagem: Contribuição do jogo de Regras. In: Sisto F. F. et al, Dificuldades de Aprendizagem no Contexto Psicopedagógico. Petrópolis, RJ.
BRENELLI, R. P. (1998) - Uma proposta Psicopedagógica com Jogo de Regras. In: Atuação Psicopedagógica e Aprendizagem Escolar, Sisto et al., Editora Vozes – Petrópolis, RJ.
BRENELLI R.B. (1996) -O jogo como espaço para pensar – A construção de noções lógicas e aritméticas. Papirus Editora, Campinas, SP.
CHATEAU, J. (1954) – O Jogo e a Criança. Summus Editorial, São Paulo, SP. 1987.
MACEDO, L.; PETTY, A.L.S.; PASSOS, N. C. (2000) - Aprender com jogos e situações-problema. Artmed – Porto Alegre, RS.
MACEDO, L., PETTY, A. L.S. e PASSOS, N.C. (1997) - Quatro Cores, Senha e Dominó; oficinas de jogos em uma perspectiva construtivista e psicopedagógica. Casa do Psicólogo Livraria e Editora Ltda. São Paulo. SP
Algumas teses e dissertações da UNICAMP podem ser lidas on line e para tanto basta que você acesse o site http://lipdigi.unicamp.br



Associação Brasileira de Psicopedagogia
Rua Teodoro Sampaio, 417 . conj.11 Pinheiros . CEP 05405-000
São Paulo - SP Fone/Fax: (11) 3085-7567 / 3085-2716 - email: psicoped@uol.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

VIOLENCIA ESCOLAR

AGRESSIVIDADE ENTRE CRIANÇAS EM IDADE ESCOLAR





AGRESSIVIDADE ENTRE CRIANÇAS EM IDADE ESCOLAR
Francisca Lúcia Carlota de Araújo- Pedagoga, Psicopedagoga, Professora de uma Escola Pública de Fortaleza

APRESENTAÇÃO

O Presente trabalho propõe-se através de pesquisa bibliográfica e com ações educativas, favorecer a inter-relação entre crianças em idade escolar. Tentando assim diminuir as atitudes e comportamentos agressivos e violentos no contexto familiar, escolar e social das crianças provenientes de famílias de baixa renda.
O comportamento agressivo apresentado por crianças de classe menos favorecida é um assunto bastante discutido por estudiosos e profissionais da educação. Percebe-se que meninos e meninas mesmo considerados “Anjinhos’’ estão a cada dia mostrando-se mais violentos e agressivos com seus colegas seja na escola ou em suas brincadeiras do cotidiano. Essas atitudes e a falta de limites deixam pais e professores e os demais profissionais da escola, principalmente os da escola pública sem saber o que fazer, dando a impressão de que a escola e a família já não dão mais conta de tantas agressões, geradas no contexto dessas crianças. A escola já começa a sentir-se impotente no que diz respeito a esse comportamento fora dos padrões normais mesmo tentando de várias maneiras principalmente trabalhando valores e usando a ludicidade na tentativa de amenizar esses comportamentos.
O meio que a criança vive é um fator que pode vir a influenciar quanto a agressividade e a escola não poderá ficar de braços cruzados sem fazer algo que venha favorecer a socialização e a recuperação de valores, essenciais para que o indivíduo possa viver em sociedade sem causar problemas para si e para os que convivem com ele.
A agressividade das crianças e adolescentes é um tema que preocupa pais, educadores e a sociedade em geral, pensando assim pretendemos, através de ações socializadoras, informativas, apoiar a família , procurando mudar essa realidade que chega a nos assustar. Pretendemos que as crianças aprendam com os adultos que há outra forma de se defender e obter aquilo que desejam. Outrossim é de grande importância orientar a família, preparar os atores da escola, a se envolverem de forma dinâmica usando estratégias sociais, facilitando assim a mudanças das condutas agressivas das crianças.
Segundo Vygotsky, o homem é um ser social e as condições sócio-culturais o transformam profundamente, desenvolvendo uma série de novos comportamentos positivos.
Enfim, tomando como referencial esse pressuposto, podemos afirmar que a participação mediadora dos professores e dos adultos com os quais as crianças estão envolvidas é de extrema importância, para a mudança de comportamentos agressivos praticados por crianças contra crianças, levando-os a uma conscientização de valores e respeito ao próximo, até porque a criança é um produto do meio e aprende coisa boas e más.
INTRODUÇÃO

Frente à preocupação em ocupar seu espaço na sociedade, o individuo apresenta em média duas características: a preocupação com a especificidade na educação e com a violência, que se manifesta de forma tão freqüente no contexto escolar.
A crescente desestruturação familiar torna cada vez mais frágil o conceito de limite, ética, e responsabilidade social. Como uma resposta natural a toda esta fragilidade a criança apresenta dificuldade de relacionamento.
Segundo Newcombe (1999), encontramos como determinantes de agressividade fatores biológicos, influencia familiar, rejeição dos pais e permissividade. Conforme a autora, a raiva é uma emoção básica sentida desde a primeira infância, essa emoção pode desencadear muitos conflitos internos em crianças, adolescentes e adultos resultando muitas vezes em agressão.
Considerando as constantes variações de comportamentos das crianças no contexto escolar, o professor sente necessidade de buscar subsídios que possam auxiliar-lo frente a esse problema. As constantes manifestações de agressividade, com que a criança convive (familiar, social) contribuem de forma acentuada para a reprodução desse comportamento (Silveira, 2003).
De acordo com Fernandes (2000), a agressividade esta alcançando grandes proporções dentro e fora da escola. Fortes questões como desemprego, moradia, fome, saúde e educação abalam a estrutura familiar refletindo no contexto escolar, pois a criança reproduz o que ela vivencia. Estas questões relacionadas á desigualdade e exclusão social têm conduzido ao crescimento da delinqüência e da violência, quer na sociedade ou no interior da escola.
Apesar do sistema educacional mostra-se um tanto inseguro quanto a preparação e a formação destas crianças, a escola ainda é um dos poucos locais onde as mesmas são estimuladas a seguir normas que poderão conduzi-las a um convívio social equilibrado.
Mussem et al (apud, Silveira, 2003) coloca a agressão como comportamento que ofende ou tem o potencial de ofender outra pessoa ou objeto. Pode ser um ataque físico (bater dar pontapés, morder) ataque verbal (gritar, xingar, depreciar). Este comportamento nocivo aos outros é considerado agressão, principalmente quando a criança está consciente de sua capacidade de ferir alguém.
Silva, (2003) alerta para as dificuldades nas relações entre professor-aluno e aluno- aluno nas escolas. O crescimento da violência nos espaços escolares apresenta relação com a sociedade, inclusive de fundo emocional.
A criança não tem um código de ética, não sabe o que é ser solidário, quem ensina isso são os pais, diz a educadora Tânia Zagury, autora do livro Limites sem Traumas.
Saber impor limites também é fundamental para domar a agressividade infantil, a falta provoca na criança a sensação de abandono e a ilusão de que pode fazer tudo o que quiser. Os pais muitas vezes tentam a querer livrar seus filhos de toda forma de pressão e terminam por deixar que façam tudo, só que o efeito disso em longo prazo, poderá fazer com que a criança se torne agressiva.
Especialistas dizem que a agressividade manifestada na idade escolar pode evoluir de forma negativa na adolescência, se for tratada com permissividade pelos os pais, pois para entender a agressividade, é necessário olhar um pouco para o desenvolvimento da criança e como ela aprende a se comportar agressivamente.
Por volta dos três ou quatro anos, é bastante comum as crianças apresentarem condutas agressivas em relação aos adultos e as outras crianças para conseguirem algo, esse comportamento é denominado de manipulativo, isto é a criança agride para alcançar determinados fins. Porém se essa conduta persistir por longo tempo poderá se transformar em um problema mais sério na adolescência e na vida adulta, tornando-se preferencial para resolver qualquer dificuldade.
Há uma série de condutas dos pais que podem ser chamada de condutas de risco para o desenvolvimento de padrões agressivos das crianças, mostrando claramente que ela não é amada ou que ninguém se importa pelo o lhe possa acontecer. A violência domestica é um fator que pode exercer uma influencia decisiva no comportamento. Crianças que assistem a cenas de violência em casa, ou que são vitimas da violência dos pais, podem aprender que essa forma é uma forma aceitável e normal de lidar com a raiva e com a frustração.
Também a escola se não é responsável por desenvolver o comportamento agressivo das crianças, pode contribuir, para o aumento considerável desse padrão. Professor excessivamente autoritário pode desencadear sentimentos de hostilidade em seus alunos.
Um ambiente escolar que estimula a rivalidade e a competição pode gerar nas crianças, ansiedade e dificuldade de integração com o grupo, outra circunstancia em que a escola pode vir a ser um ambiente propicio para o desenvolvimento agressivo, é quando ela não consegue lidar com a criança agressiva. Uma criança assim provoca hostilidade e a rejeição dos colegas e isso pode gerar nela uma atitude defensiva e fazer com que tente se impor aos outros pela a violência, de forma a atingir aqueles o que a rejeitam.
O tema agressividade envolve muitas varáveis, porém é necessário, que, pais e educadores entendam que o comportamento agressivo da criança não surge do nada ele é construído da interação social, portando é de extrema importância conversar com a criança mostrando a ela comportamentos positivos e o envolvimento dos pais e essencial para construção de atitudes amigável.
Ressaltamos que, qualquer criança independente da educação que tenha, começa a possuir a partir de uma determinada idade fantasias agressivas que são inatas e instintivas e que surgem aos 2 e 3 anos, estas são visíveis através do brincar, porém tende a desaparecer, mas em algumas crianças isso não acontece e estas continuam a revelar-se violentas, agredindo colegas ou mesmo membros da família, levando aos pais sentimentos de impotência, face a situação ficando sem saber como reagir.
Portanto, é preciso buscar reflexões sobre o papel da família e da escola, da sociedade frente a este problema que se agrava em grande dimensão, a escola e professores precisam entender exercer seu papel social comprometendo-se de fato com a transformação do ser em desenvolvimento.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


DIAS. A.R. Agressividade Infantil. Disponível em: www.anaritadias.blogspot.com, acesso 29/09/2008.


FERNANDES, J.V. Globalização excludente indisciplina e violência na escola. 2001. Disponível em: www.educação.te.pt. Acesso 02/08/2007.


JORNAL DO BRASIL. Como Domar a Agressividade Infantil. Disponível em: www.jbonline.terra.com, acesso 28/09/2008


MOSSER, G. A Agressão. São Paulo: Editora Ática, 1991.


NEWCOMBER, N. Desenvolvimento Infantil: Abordagem Mussem. 8. Ed. Porto Alegre, Artimed, 1999.


O ALUNO Agressivo? Ele precisa de Afeto e Limites. Revista Nova Escola, Edição 184- Agosto 2005. Disponível em www. Revista escola.abril.com, acesso 09/10/2008.


SILVEIRA, C. I. Agressividade Infantil. Dissertação - Universidade do Estado de Santa Catarina- 2003.

VYGOTKS, L.S A Formação Social da Mente. 3. Edição São Paulo, Martins Fontes


d, 1996.

FESTA DO DIA DAS CRIANÇAS

SOCIALIZAÇÃO NA COMEMORAÇÃO DO DIA DAS CRIANÇAS. É MUITO PRAZEROSO OLHAR PARA ESSAS CARINHAS E VER A FELICIDADE EM CADA UM.TURMA DE 2008



SAIR DA SALA DE AULA PARA OUTRO CONTEXTO TRAZ PARA AS CRIANÇAS OPORTUNIDADES DE NOVOS CONHECIMENTOS, VISITAMOS O AEROPORTO DE FORTALEZA NESSA OCASIÃO AS ALUNOS TIVERAM A CHANCE DE VIVENCIAREM ALGO DISTANTE DE SUAS REALIDADES, COMO TAMBÉM PODERAM APRENDER UM POUCO DA HISTÓRIA DA AVIAÇÃO. TODOS FICARAM DESLUNBRADOS E MUITO FELIZES, CONFIRAM PELAS AS FOTOS.





segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

APRENDIZAGEM NA PERPECTIVA PIAGETIANA




QUERO COMPARTILHAR COM TODOS ESSAS INFORMAÇÕES OBTIDAS EM MINHA PARTICIPAÇÃO NO CURSO PAIC- PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PROMOVIDO PELO O GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ EM PARCERIA COM A EDITORA APRENDER.

A APRENDIZAGEM SEGUNDO A TEORIA DE PIAGET

O foco principal da teoria de Piaget é a questão do conhecimento e como o ser humano atinge o pensamento racional e como se processa a aquisição da aprendizagem
Piaget observou que a aprendizagem pode ser construída a partir da interação do sujeito com o objeto de estudo, quer dizer que a partir da ação o sujeito é capaz de compreender e entender. Para ele a ação cria o elo,' que permite o confronto da realidade com a reflexão, com a consciência, entretanto ser capaz de fazer não significa ser capaz de compreender. O saber fazer sem compreensão pode ser decorrente de uma casualidade definida pela observação dos efeitos sobre os objetos. O processo da ação para a operação seria a tradução da ação (fazer) em uma rede de significações na qual é possível identificar as razões que dão os significados (compreender).
ETAPAS DE UMA AÇÃO PIAGETIANA:
ESQUEMA DE ASSIMILAÇÃO
É aquilo que é generalizável numa determinada ação. É a estrutura sensório-motora e operatória pela qual o sujeito se adapta ao meio e o organiza. É uma estrutura variável que se adapta e se modifica com o desenvolvimento. Na qualidade de mediadores, os esquemas são as pequenas estruturas ou unidades celulares de respostas que permite generalizar uma determinada ação. Pelo esquema de ver, a criança assimila o mundo, as cores, os movimentos. Desde o início do desenvolvimento a criança apresenta um certo número de esquemas.
TOMADA DE CONSCIÊNCIA
A tomada de consciência seria aprender o significado e reunir. Exprimir significações e reunir estas significações num modo de conexão implicação significante, seria a característica mais ampla dos estados de consciência, desde os mais elementares até as mais elevadas conceituações. Assim a ação e seu contexto podem ser expressos através da língua, imagens, escrita ações e reflexões. Ou seja, podem ser representados no mundo exterior e também no plano do pensamento. A operação significa a ação interiorizada.
GENERALIZAÇÃO
É a aplicação dessa aprendizagem a diferentes situações. Através de uma repetição espontânea, o aluno aplica o esquema adquirido até obter sua consolidação. E evidente que toda aprendizagem necessita de exercitação; no entanto esta deve ser realizada através de atividades generalizadoras, isto é, onde possa exercitar o que foi aprendido em situações mais complexas criativas e lúdicas com alternativas diferentes para aplicação da aprendizagem. De acordo com Lima (1989) o objeto desse estudo é oferecer um referencial para a prática pedagógica aplicada em sala de aula de acordo com a realidade em que o professor esteja inserido.



PRINCÍPIOS DE UMA EDUCAÇÃO LIBERTADORA
UMA CRIANÇA PRECISA FALAR:
Para alfabetização é fundamental a existência de um vocabulário amplo, o que deve pressupor um maior número de experiências da criança. Falar exercitar a expressão de idéias e ampliar o mundo mental, do que resultam em possibilidades de transformar a realidade. Falar é, portanto, um direito da criança, já que é um elemento do seu próprio desenvolvimento. As crianças falando, desenhando, dramatizando estão na realidade, experimentando gradualmente a liberdade e a participação.
UMA CRIANÇA PRECISA AGIR:
Conhecer o mundo através de experiências diretas, as funções dos objetos, como eles são, relacioná-los entre si, estabelecer semelhanças e diferenças, organizá-los em classes observá-los é objetivo da educação, particularmente no período entre zero e onze dose anos. Para se conhecer realmente um objeto, é necessário manipulá-lo. Conhecer significa, portanto, ação sobre o meio, e se a criança pode desde cedo transformá-lo, primeiro para que se ajuste as suas necessidades individuais e mais tarde, para atender aos interesses do seu grupo e de sua comunidade.
PARA A CRIANÇA NÃO HÁ ERRO NO DESEMPENHO DE UMA TAREFA
Todos os trabalhos feitos pelas as crianças devem servir para diagnosticar como elas pensam, que estrutura estão utilizando ao resolver um problema, para que possamos organizar-lhes tarefas correspondentes ao seu nível mental , de maneira gradualmente mais complexas, possibilitando, assim, estimular seudesenvolvimento de uma maneira contínua, não esquecendo porém, de desafiá-las para crescerem.
UMA CRIANÇA PRECISA TOMAR CONSCIÊNCIA DE UMA AÇÃO E DO MUNDO QUE A CERCA
O professor deve ter sempre uma atitude de indagação, perguntando às crianças o que estão fazendo, como conseguiram realizar a tarefa, por que dessa e não da outra forma. Na medida em que a criança explica o que faz, descrevendo suas ações, estará tomando consciência, dessa ação. A criança deve perceber o mundo que a cerca, sua casa, seus objetos, sua escola, seus amigos, os alimentos etc. Para que ela possa tomar esta consciência. É preciso que manipule os objetos, que visite os lugares. Que fale sobre eles. Que os desenhe.
A CRIANÇA ESTÁ CONSTRUINDO UM MUNDO NOVO
Sempre que uma criança colocar uma questão,seja de natureza cientifica, social, moral ou religiosa, devem os devolver a pergunta e pedir sua opinião, a de seus colegas, a de outros adultos, confrontar as respostas e discuti-las. Não devemos dar as crianças respostas prontas, não só porque atrapalhamos sua busca intelectual, mas, principalmente, porque representamos um poder em que a criança acredita e confia. Quando passamos algo para as crianças que não foi construído por elas, estamos impossibilitando trocas mais justas entre adultos e crianças.
UMA CRIANÇA APRENDE MELHOR BRINCANDO
O LÚDICO (jogos e brincadeiras) é a características fundamental do ser humano. Nossa tendência geral é fazer tudo aquilo que nos dá prazer. Quando trabalhamos naquilo que nos dá prazer, em atividades que gostamos de realizar, poucas razões temos para nos queixar. A criança aprende melhor brincando, e todos os conteúdos podem ser ensinados através de brincadeiras e jogos, em atividades predominantemente lúdicas. Não existe nada que a criança precisa saber que não possa ser ensinada brincando... Se alguma coisa não é possível de transformar-se em um jogo ( problema desafio, certamente não será útil para criança neste momento.
UMA CRIANÇA REPETE EXPONTANEAMENTE POR NECESSIDADE PSICOLÓGICA
Quando a criança aprendeu o conteúdo, o próximo objetivo, em vez da repetição, é a generalização, ou seja, aplicação dessa aprendizagem a diferentes situações. Através da repetição espontânea, a criança sai aplicando, indefinidamente, o esquema adquirido de obter sua consolidação (estrutura permanente).
UMA CRIANÇA PRECISA SER LIVRE: DIRETIVIDADE E EXPONTSNEÍSMO
A diretividade na educação não é, pois uma opção e sim uma necessidade para a criança em uma determinada etapa de seu desenvolvimento. O expontaneísmo, do ponto vista afetivo, pode causar sérios danos ao desenvolvimento da criança, como insegurança, por exemplo, uma vez que é colocada a resolver problemas para os quais não tem esquemas cognitivos ou afetivos para enfrentá-los. Em vez de conseguirmos a independência da criança, construímos o medo e a insegurança.
UMA CRIANÇA PRECISA DE AMBIENTE SEGURO E AFETIVO PARA DESENVOLVER-SE
As crianças vêm de diferentes ambientes familiares não só sob o aspecto econômico, mas também cultural e afetivo. A escola, pois, tem que partir deste dado, garantido que as relações se estabeleçam da maneira mais justa possível. É por isso que numa escola não pode haver preconceitos como: os pobres, os brancos, os negros, os filhos de pais separados, etc. É necessário o exercício da democracia. Para enfrentar todo esse complexo de diferenças e para que esse processo seja possível, a criança tem que perceber a escola como sua.

PARA REFLETIR



PARA REFLETIR

NÃO IMPORTA ONDE VOCE PAROU,
EM QUE MOMENTO DA VIDA VOCE CANSOU,
O QUE IMPORTA É QUE SEMPRE É POSSIVEL
E NECESSÁRIO RECOMEÇAR
É DA UMA NOVA CHANCE A SI MESMO...
É RENOVAR AS ESPERANÇAS NA VIDA E O MAIS IMPORTANTE:
ACREDITA EM VOCE DE NOVO
HOJE É UM BOM DIA PARA COMEÇAR NOVOS DESAFIOS.
AONDE VOCE QUE ? VÁ ALTO ...SONHE ALTO...
SE PENSARMOS PEQUENO, COISAS PEQUENAS TEREMOS .
SE PENSARMOS GRANDE E LUTARMOS POR ISSO,
O MELHOR VAI SE INSTALAR NA NOSSA VIDA.
POR QUE AFINAL DE CONTAS:
NÓS SOMOS DO TAMANHO DAQUILO QUE VISUALIZAMOS, E NÃO DO TAMANHO DA NOSSA ALTURA.

( ADAPTAÇÃO DO TEXTO DE PAULO ROBEWRTO GAEFKE E DA CITAÇÃO DE ALBERTO CAEIRO)
FONTE: EDITORA APRENDER

domingo, 18 de janeiro de 2009


Recados e Imagens - Blogs - Orkut

Recados, Gifs e Imagens no Glimboo.com

domingo, 11 de janeiro de 2009

SÍNDROME DE ASPERGER

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

INCENTIVE SEU FILHO COM ELOGIOS

COMO INCENTIVAR SEU FILHO A LER